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Desenvolvendo uma Simples Aplicação com o Hibernate - Parte 3/3

Terça, 27 Dezembro 2011

hibernate

Chegamos a etapa final (Parte 3/3) do nosso tutorial "Desenvolvendo uma Simples Aplicação com o Hibernate". Agora vamos dar um Build (F11) no projeto e observar no console do NetBeans se houve alguma exceção . Se você seguiu todos os passos a risca então o processo de compilação será executado com sucesso (teoricamente Tongue out).
Vamos rodar a aplicação (F6) e novamente observar o console. Agora você está diante do Log de inicialização do Hibernate que deve ser parecido com a figura abaixo:


consoleLog de inicialização do Hibernate no NetBeans


É muito importante prestarmos atenção neste Log, pois nele encontramos informações úteis a respeito de sua configuração e a possíveis HibernateException que podem vir a acontecer.
Agora observe o final do Log, mais precisamente na consulta SQL que foi feita: um SELECT gerado automaticamente. Lembram-se que no método construtor da classe principal Main chamamos o método atualizarTabela? Se você estiver vendo esta consulta SQL em seu console e não houve nenhum HibernateException significa que o Hibernate está configurado perfeitamente e que o SELECT foi executado sem erros.
Vamos voltar para a aplicação. Como ainda não temos nenhum registro no Banco de Dados, mesmo com o SELECT sendo feito, temos uma tabela vazia na aplicação. Para resolver isso vamos inserir alguns registros:

final1
INSERT


Enquanto você inseria os registros, você observou o console do NetBeans com as consultas SQL (INSERT e SELECT) sendo geradas automaticamente? Até agora não precisamos nos preocupar com nenhum código SQL, não é mesmo? E vamos continuar assim graças ao Hibernate.

Agora vamos testar o UPDATE e DELETE:

final2

UPDATE

final3

DELETE


Acabamos de persistir os dados com o Hibernate provando a facilidade de uso e eficiência deste incrível FrameWork. Se compararmos com o modo tradicional (JDBC, ResultSet, Next), o Hibernate nos livra da mão de obra e stress de construir diversas consultas SQL que muitas vezes precisam ser refeitas e podem acabar complicando o entendimento do código e comprometendo sua integridade.
Com pouco tempo de estudo e mínimos conhecimentos em Banco de Dados, podemos desenvolver aplicações magníficas que se beneficiam do Paradigma da Orientação a Objetos para persistir os dados em praticamente qualquer Banco de Dados relacional utilizado atualmente. Isso mesmo, aprendendo Hibernate aprenderemos a trabalhar também com o Oracle, MySQL, PosgreSQL, SQL Server, SQLite, Firebird e muitos outros SGBDs famosos pela sua segurança e robustez.

 

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sobre-foto-2Adriel Café é Web Master e Desenvolvedor Java. Ele incentiva o uso/estudo de Web Standards, Java e Android.

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