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The Witcher 2: Assassins of Kings [Review]

Terça, 13 Setembro 2011

Ricamente texturizado e recheado de momentos memoráveis, The Witcher 2: Assassins of Kings é uma maravilha entre os RPG's.

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The Witcher é uma série de jogos baseados nos livros de fantasia do escrito polonês Andrzej Sapkowsky. Neles temos o protagonista Gerald of Rivia, um dos melhores Witchers, caçadores de monstros cujos corpos foram modificados por meio de poções e outros meios para terem habilidades sobre-humanas. No termino do primeiro jogo, Gerald havia conseguido salvar o rei Foltest de Temeria de um misterioso assassino, mas em uma segunda tentativa não consegue e para agravar é acusado de ser o assassino. O jogo começa com ele sendo interrogado e lembrando os eventos até aquele ponto.

Estas lembranças atuam como o tutorial. Em cada trecho vemos Gerald narrando como ele acabou, por exigência de Foltest, a ficar ao seu lado após a primeira tentativa de assassinato, e como acabou sendo arrastado para lutar na guerra que este rei precisou fazer contra um vassalo rebelde devido a seus filhos bastardos. O jogo começa bem épico, logo você já está em uma torre de sítio invadindo o castelo do rebelde junto com o rei e seus soldados até o momento final quando Foltest é assassinado. Uma vez terminado o interrogatório, Gerald é libertado (ainda que seja suspeito) e o jogo continua a partir daí, com ele indo atrás do Kingslayer.

O combate mudou, ainda que Gerald use uma espada de prata contra monstros e uma de aço contra humanos, foram-se os estilos de luta do primeiro jogo, agora ele tem um ataque mais rápido e um forte. Além disso, há opção de bloquear ou aparar ataques e até realizar rolamentos para se afastar dos inimigos. Movimentar-se pelo campo durante a luta é vital, pois se cercado, Gerald morre relativamente rápido, e o problema por vezes é justamente lutar contra vários inimigos ao mesmo tempo.

Gerald também já começa sabendo todos os Signs, que essencialmente são as magias do jogo, agora todas tem usos bem mais claros. Por exemplo, Quen, que produz um escudo para absorver, talvez seja um dos mais essenciais Signs. Fora estas opções, podem-se arremessar facas, bombas e até construir armadilhas.

Enquanto que o primeiro jogo utilizava o engine do Neverwinter 2 modificado, The Witcher 2 usa um engine próprio, que dá ao jogador um maior liberdade de movimentos e uma aparência muito melhor, para não dizer impressionante, ainda que um pouco pesada em requisitos de sistema. Inclusive há uma maior interação com o cenário, Gerald pode subir, descer, pular, escalar em vários pontos, além de possuir Quick Time Events, o problema é que o ícone que mostra isso é bem pequeno. Há no jogo alguns mini-games, como o Dice Poker, que já havia no primeiro, além do Pugilismo que foi modificado e usa QTEs, com a adição de Queda de Braço.

Ambigüidade é tema comum no jogo, raramente as coisas tendem a serem óbvias, e mesmo decisões que parecem boas podem ter consequências terríveis. Não há medidores de moral, como em Mass Effect ou Fable, você pode flutuar melhor entre as nuances de cinza, sendo bom quando quiser ser bom, ou sendo mal quando você julga que deve ser mau. As pessoas e grupos com quem você interage no jogo refletem bem o clima sombrio, ninguém é exatamente bom ou mau. Isso faz com que as escolhas que envolvem tomar um lado sejam bem mais difíceis.

A trama do jogo envolve vários pontos decisivos importantes e têm, segundo os produtores, mais de 16 finais diferentes. Há várias sidequests que por vezes envolvem caçar monstros, o que diferente do primeiro jogo, não é mais tanto só ir lá e matar “X” monstros, mas requer algumas etapas extras. Além disso, em certos momentos você joga como outros personagens, o que lhe dá outra visão dos fatos.

The Witcher 2 é um jogo excelente, visualmente impressionante, possuindo um rica trama com várias opções e uma jogabilidade melhorada, ainda que possa ser um pouco difícil de jogar devido a uma falta explicação inicial, mas não chega a ser um problema grave.

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